Echo and Narcissus…

A modern approach

August, 30th 2020

SRapallo, Echo and Narcissus, oil on canvas, 70x60cm, 2020
SRapallo, Echo and Narcissus, oil on canvas, 70×60 cm, 2020

In the classical tale, Echo and Narcissus, a story from Ovid’s book of poetry, is about a beautiful boy named Narcissus and Echo, the mountain nymph who fell in love with him.

Zeus had given Echo the task of entertaining his wife Hera with stories, in order that he might have time to slip away and mess around with other women. Hera noticed something was up (she was known for her jealous and vengeful nature), and mistaking Echo as the object of Zeus’s uncouth affections, she cast a spell on the unfortunate nymph – Echo would only be able to repeat the last words addressed to her and never speak her own again. Imagine a women who can’t talk her thoughts!!

Ok, Narcissus, a beautiful human youth, was hunting with his companions in some woods. Echo had been wandering those same woods. The moment she saw Narcissus traipsing through the forest, she fell in love with him and his breathtaking beauty. But because of Hera’s curse, she was unable to tell him, so she followed the boy and waited for him to speak. Eventually, Narcissus began to call for his companions. Echo eagerly stepped out of the trees and repeated the words. A confusing and repetitive conversation ensued, ending with Narcissus telling Echo they should make love. Ever opportunistic, Echo repeated his words and leapt towards Narcissus. However, at that moment, Narcissus decided he’d rather die before letting a wood nymph have him, and pushed her away. Echo, heartbroken, ran away and hid in a cave, not eating or sleeping, just pining for Narcissus. After some time, Echo began to grow skinny from starvation until her body withered away entirely into dust, leaving nothing but her voice.

Later, the goddess of revenge, Nemesis punished Narcissus for not accepting the unrequited love of Echo. Nemesis caused him to fall in love with his own reflection he saw in a pool near the cave where Echo had died. Narcissus refused to leave the reflection of himself and, like Echo, starvation was going to claim him. But not before he cried out to his reflection: “Farewell, dear boy. Beloved in vain.”. Echo’s voice repeated the lament from the cave and Narcissus died by the bank of the pool.

To this day Echo’s voice still calls back from caves and labyrinths, repeating the last spoken words forever,

but… TKG there’s always a but. In a modern version, more liquid, Echo doesn’t die of starvation in a cave, no, no. She, as an independent women, saw a apple that looks like a new opportunity in her life and leaving Narcissus behind in love with himself in a mud, Echo tooks the delicious red apple and got away from this motherfucker narcissist, because she knows that is no “cure” for him.

Tale source: https://simple.wikipedia.org/wiki/Echo_and_Narcissus

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(texto em português)

Na versão clássica trata-se de conto extraído do livro de poesias de Ovid, sobre um lindo jovem chamado Narcisus e Eco, uma ninfa que se apaixonou por ele.


Zeus havia dado a Eco a tarefa de entreter sua esposa Hera com histórias, para que ele pudesse dar suas escapadas com outras mulheres. Hera, que era muito ciumenta e vingativa, percebeu a jogada mas pensou que o alvo das atenções de seu marido era a própria Eco e jogou um feitiço sobre ela, no qual ela nunca mais falaria sua própria opinião novamente. Imagine uma mulher que não pode dizer o que pensa!! Ela foi condenada a somente repetir as últimas palavras que outros diziam.

Ok, Narcisus, um lindo jovem, estava caçando com seus companheiros na floresta. Eco estava passeando pela mesma floresta e quando viu Narcisus, se apaixonou perdidamente por ele. Mas, devido ao feitiço de Hera, Eco não conseguia se comunicar com Narcisus por iniciativa própria. Ela ficou seguindo Narcisus e quando ele chamou por seus companheiros, Eco ficou repetindo as últimas palavras dele. Nessa confusão de comunicação, Narcisus chegou a dizer que queria fazer amor com Eco. Se aproveitando da oportunidade, Eco partiu prá cima, mas nesse momento Narcisus declara que nunca faria amor com uma ninfa qualquer e a manda embora. Eco, com o coração partido, foge e se enconde numa caverna onde morre de fome e seu corpo se transforma em poeira e ela desaparece, permanecendo apenas sua voz.

Mais tarde, a deusa da vingança, Nemesis, puni Narcisus por não ter aceitado o amor de Eco e o condena a se apaixonar pelo seu próprio reflexo, numa lagoa perto da caverna onde estava Eco. Narcisus, se recusando a abandonar seu próprio amor, também morre de inanição, não antes de proferir um “Adeus a si mesmo, que Amou em Vão”. A voz de Eco repete esse lamento da caverna e Nascisus morre às margens da lagoa, num lamaçal.

Até hoje a voz de Eco ainda pode ser ouvida em cavernas e labirintos, repetindo sempre as últimas palavras,

mas… Graças à Deus, tem sempre um “mas”. Na versão mais moderna, mais líquida, Eco não morre numa caverna, não, não. Ela, como mulher independente que é, vê uma maça que parece ser uma nova oportunidade em sua vida, deixando Narcisus para trás, apaixonado por si mesmo, num lamaçal. Eco pega a deliciosa maça e vai embora, bem longe desse narcisista desgraçado, porque ela sabe que não existe “cura” para ele.

fonte: https://simple.wikipedia.org/wiki/Echo_and_Narcissus

susana-rapallo.com

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